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"O Sentido do Fim"

"O Sentido do Fim" obriga-nos a olhar para a vida, para a memória, para o passado. O Tony podia ser qualquer um de nós, com 60 anos e uma memória condicionada por aquilo que julga serem factos. Serão as nossas memórias o reflexo fiel dos acontecimentos? Tony é confrontado com a necessidade de reviver momentos que já tinha arrumado, categorizado e até resolvido (ou assim acreditava). E, ao embarcar numa viagem simultaneamente dolorosa e enriquecedora, deixa-nos o desafio para a auto-análise: “Quanto mais longa a vida, menos são os que ainda estão por perto para nos contradizer, para nos lembrar que nossa vida não é nossa vida, mas apenas a história que nós contamos a respeito da nossa vida. Contamos para outros, mas, principalmente, para nós mesmos.”

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